Argentina - O Fluminense pagou caro pelos erros cometidos na Bombonera. O Tricolor não aproveitou as chances de gol que teve e ainda perdeu Carlinhos, expulso no primeiro tempo. Como castigo, viu o Boca Juniors vencer por 1 a 0, nesta quinta-feira, pelas quartas de final da Copa Libertadores. Agora, o Tricolor terá de bater o rival, na quarta, por dois gols de diferença, no Engenhão, para avançar. A decisão vai para os pênaltis caso o Flu vença por 1 a 0. Empate é do clube argentino. O Boca também se classifica se perder por um gol de diferença (2 a 1 e 3 a 2, por exemplo, - critério do gol marcado fora de casa).

Anderson reclama de toque de mão
O Tricolor, que não teve Deco, Fred, Wellington Nem, Diguinho e Valencia, lesionados, começou melhor e parecia que ia calar a Bombonera mais uma vez - venceu o jogo na fase de grupos. Jean teve tudo para abrir o placar ao aproveitar cochilo da zaga do Boca, mas mandou para fora. Um minuto depois Rafael Moura se esticou todo, mas não alcançou chute cruzado de Rafael Sobis. Depois foi a de Thiago Neves obrigar Órion a fazer boa defesa.
O Boca conseguiu equilibrar o jogo e passou a pressionar. Cavalieri defendeu com pé desvio de Roncaglia. Depois, o goleiro rebateu, mas viu Gum salvar. Cvitanich, livre, cabeceou para fora.
Aos 31 minutos, Carlinhos colocou a mão na bola, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Cavalieri teve de salvar o Fluminense mais duas vezes na primeira etapa. O Tricolor foi para o intervalo na bronca com a arbitragem. Em cobrança de escanteio, Anderson cabeceou e a bola bateu no braço de Roncaglia: o Fluzão pediu pênalti, mas foi ignorado.
O Fluminense voltou para o segundo tempo com Carleto na vaga de Rafael Sobis. O Boca aproveitou a vantagem numérica logo no início do segundo tempo. Em vacilo da zaga do Flu, Mouche recebeu passe de Cvitanich e chutou cruzado: 1 a 0.
O Boca pressinou em busca do segundo gol, mas o Fluminense se segurou como pôde, ora com Cavalieri salvando, outras vezes com a zaga afastando o perigo. O Tricolor não conseguia armar os contra-ataques. Abel colocou Marcos Junior no lugar de Rafael Moura, mas o Flu não se encontrou ofensivamente. O Fluzão teve chance de empatar, mas pecou na finalização. A vitória ficou com o clube argentino.
Anderson reclama de toque de mão
O Tricolor, que não teve Deco, Fred, Wellington Nem, Diguinho e Valencia, lesionados, começou melhor e parecia que ia calar a Bombonera mais uma vez - venceu o jogo na fase de grupos. Jean teve tudo para abrir o placar ao aproveitar cochilo da zaga do Boca, mas mandou para fora. Um minuto depois Rafael Moura se esticou todo, mas não alcançou chute cruzado de Rafael Sobis. Depois foi a de Thiago Neves obrigar Órion a fazer boa defesa.
O Boca conseguiu equilibrar o jogo e passou a pressionar. Cavalieri defendeu com pé desvio de Roncaglia. Depois, o goleiro rebateu, mas viu Gum salvar. Cvitanich, livre, cabeceou para fora.
Aos 31 minutos, Carlinhos colocou a mão na bola, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Cavalieri teve de salvar o Fluminense mais duas vezes na primeira etapa. O Tricolor foi para o intervalo na bronca com a arbitragem. Em cobrança de escanteio, Anderson cabeceou e a bola bateu no braço de Roncaglia: o Fluzão pediu pênalti, mas foi ignorado.
O Fluminense voltou para o segundo tempo com Carleto na vaga de Rafael Sobis. O Boca aproveitou a vantagem numérica logo no início do segundo tempo. Em vacilo da zaga do Flu, Mouche recebeu passe de Cvitanich e chutou cruzado: 1 a 0.
O Boca pressinou em busca do segundo gol, mas o Fluminense se segurou como pôde, ora com Cavalieri salvando, outras vezes com a zaga afastando o perigo. O Tricolor não conseguia armar os contra-ataques. Abel colocou Marcos Junior no lugar de Rafael Moura, mas o Flu não se encontrou ofensivamente. O Fluzão teve chance de empatar, mas pecou na finalização. A vitória ficou com o clube argentino.

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