O sonho virou pesadelo: o Fluminense está eliminado da Copa Libertadores. E com requinte de crueldade. O Tricolor abriu o placar com Carleto. Era a realização da profecia do pai do lateral, que previu um gol do filho, mas o Boca Juniors é copeiro e empatou o jogo aos 45 minutos do segundo tempo: 1 a 1 no Engenhão, nesta quarta-feira, e se classificou, após vencer o jogo de ida por 1 a 0, para a semifinal da competição.

Fim do sonho do Fluminense: tristeza no Engenhão
O Fluminense precisava vencer por dois gols de diferença. A vitória por 1 a 0 levava a decisão para os pênaltis, mas o castigo foi duro: um gol no fim do jogo: tristeza e eliminação no Engenhão.
Na semifinal, o Boca pode cruzar com o vencedor de Libertad ou Universidad de Chile - o primeiro jogo, no Paraguai, foi 1 a 1-, ou até mesmo o Vélez, caso o rival elimine o Santos. Os clubes argentinos se enfrentariam por força do regulamento.
O JOGO
A bola parada era uma arma do Fluminense, sobretudo com Carleto. E foi assim que o Fluminense abriu o placar. O sonho do pai de Carleto se concretizou. O lateral-esquerdo cobrou, a bola desviou na barreira e morreu no fundo de gol de Órion: festa no Engenhão, 1 a 0 Fluminense.

Como o pai sonhou, Carleto fez gol
O Fluminense foi superior no primeiro tempo. O Tricolor dominava o jogo e tentava encurralar o Boca Juniors. Mas faltou acertar o último passe para criar chance de gol. Com este panorama, o Flu foi para o intervalo vencendo por 1 a 0.

Boca calou o Engenhão
O Boca melhorou na segunda etapa e conseguiu equilibrar o jogo. A partida ganhou em emoção. O Flu quase chegou ao segundo com Sobis, mas o atacante não alcançou chute cruzado de Thiago Neves. O clube argentino ameaçava em bolas paradas, mas a defesa do Tricolor e Diego Cavalieri aliviavam o perigo.
Abel colocou Wellington Nem no lugar de Wagner para dar mais velocidade e força ao setor ofensivo do Fluminense. O Tricolor tentou pressionar. Rafael Moura teve a chance de ampliar, mas demorou a chutar e viu o goleiro e defesa do Boca afastarem.
Quando parecia que o jogo ia para os pênaltis, o Boca encaixou um contra-ataque: Sanchez foi lançado aos 45 minutos e chutou na trave, mas Santiago Silva aproveitou o rebote e eliminou o Fluminense.
Fim do sonho do Fluminense: tristeza no Engenhão
O Fluminense precisava vencer por dois gols de diferença. A vitória por 1 a 0 levava a decisão para os pênaltis, mas o castigo foi duro: um gol no fim do jogo: tristeza e eliminação no Engenhão.
Na semifinal, o Boca pode cruzar com o vencedor de Libertad ou Universidad de Chile - o primeiro jogo, no Paraguai, foi 1 a 1-, ou até mesmo o Vélez, caso o rival elimine o Santos. Os clubes argentinos se enfrentariam por força do regulamento.
O JOGO
A bola parada era uma arma do Fluminense, sobretudo com Carleto. E foi assim que o Fluminense abriu o placar. O sonho do pai de Carleto se concretizou. O lateral-esquerdo cobrou, a bola desviou na barreira e morreu no fundo de gol de Órion: festa no Engenhão, 1 a 0 Fluminense.
Como o pai sonhou, Carleto fez gol
O Fluminense foi superior no primeiro tempo. O Tricolor dominava o jogo e tentava encurralar o Boca Juniors. Mas faltou acertar o último passe para criar chance de gol. Com este panorama, o Flu foi para o intervalo vencendo por 1 a 0.
Boca calou o Engenhão
O Boca melhorou na segunda etapa e conseguiu equilibrar o jogo. A partida ganhou em emoção. O Flu quase chegou ao segundo com Sobis, mas o atacante não alcançou chute cruzado de Thiago Neves. O clube argentino ameaçava em bolas paradas, mas a defesa do Tricolor e Diego Cavalieri aliviavam o perigo.
Abel colocou Wellington Nem no lugar de Wagner para dar mais velocidade e força ao setor ofensivo do Fluminense. O Tricolor tentou pressionar. Rafael Moura teve a chance de ampliar, mas demorou a chutar e viu o goleiro e defesa do Boca afastarem.
Quando parecia que o jogo ia para os pênaltis, o Boca encaixou um contra-ataque: Sanchez foi lançado aos 45 minutos e chutou na trave, mas Santiago Silva aproveitou o rebote e eliminou o Fluminense.

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