O cenário para a festa estava todo pronto: animação, música, fogos de artifício e bebidas. Faltavam, no entanto, os protagonistas do espetáculo. A torcida do Galo, eufórica, comemorava o título de campeão mineiro, conquistado neste domingo após a vitória de 3 a 0 sobre o América-MG, enquanto esperava pelos jogadores. As ruas próximas da sede estavam completamente tomadas, todos como se fossem de uma grande família. Assim que o carro do Corpo de Bombeiros apontou na avenida Olegário Maciel, a multidão foi à loucura: todos queriam ver o time campeão invicto, além de ter o gostinho de, nem que fosse por alguns minutos, ver a taça.
Jogadores do Atlético-MG desfilam em carro aberto do Corpo de Bombeiros
Conseguir se mover em meio ao mar de camisas pretas e brancas não foi fácil. Mas, pela expressão de alegria e satisfação no rosto dos jogadores, eles pouco se importavam. Era impossível distinguir os gritos da torcida: ora começava a entoar o hino, ou gritava o nome de algum jogador, ou, simplesmente, “É campeão”.

Assim que desfilaram com o troféu, os jogadores continuaram a reverenciar a torcida. Já na sede do clube, foram para a janela, de onde acenavam para a massa de atleticanos na rua. A cada jogador que aparecia, uma música. André, Guilherme, Bernard e Mancini, no entanto, foram os que arrancaram mais gritos. O técnico Cuca não foi visto na sede. Ele, na companhia de outros membros da diretoria e comissão técnica do Atlético-MG, estava em um restaurante nas proximidades. Enquanto parabenizava os atuais campeões, os torcedores, em coro, pediam ao presidente Alexandre Kalil por um novo atleta: o uruguaio Forlán. O mandatário, na última semana, confirmou que está na luta para trazer o atacante, atualmente no Inter, de Milão.
Após a aparição na janela da sede, os jogadores saíram por uma entrada lateral, e se acomodaram em duas vans. Embora a torcida estivesse bastante agitada, nenhum incidente de maior porte foi registrado, apenas a tentativa de alguns de abrir a porta dos carros, já em movimento.
Mesmo sem os jogadores campeões na sede, a torcida continuou a comemorar. Afinal, ser campeão invicto, após 36 anos, não acontece todo dia.
André foi um dos que teve o nome mais gritado pela torcida atleticana
Conseguir se mover em meio ao mar de camisas pretas e brancas não foi fácil. Mas, pela expressão de alegria e satisfação no rosto dos jogadores, eles pouco se importavam. Era impossível distinguir os gritos da torcida: ora começava a entoar o hino, ou gritava o nome de algum jogador, ou, simplesmente, “É campeão”.
Assim que desfilaram com o troféu, os jogadores continuaram a reverenciar a torcida. Já na sede do clube, foram para a janela, de onde acenavam para a massa de atleticanos na rua. A cada jogador que aparecia, uma música. André, Guilherme, Bernard e Mancini, no entanto, foram os que arrancaram mais gritos. O técnico Cuca não foi visto na sede. Ele, na companhia de outros membros da diretoria e comissão técnica do Atlético-MG, estava em um restaurante nas proximidades. Enquanto parabenizava os atuais campeões, os torcedores, em coro, pediam ao presidente Alexandre Kalil por um novo atleta: o uruguaio Forlán. O mandatário, na última semana, confirmou que está na luta para trazer o atacante, atualmente no Inter, de Milão.
Após a aparição na janela da sede, os jogadores saíram por uma entrada lateral, e se acomodaram em duas vans. Embora a torcida estivesse bastante agitada, nenhum incidente de maior porte foi registrado, apenas a tentativa de alguns de abrir a porta dos carros, já em movimento.
Mesmo sem os jogadores campeões na sede, a torcida continuou a comemorar. Afinal, ser campeão invicto, após 36 anos, não acontece todo dia.

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