Parado numa blitz da Lei Seca na madrugada de terça-feira na Avenida Brigadeiro Lima e Silva, em Duque de Caxias, Digão passou no teste do bafômetro, que não apresentou o consumo de álcool, mas acabou sendo autuado por dirigir com uma Carteira Nacional de Habilitação falsa. A descoberta foi feita quando os policiais consultaram o sistema do Detran e não encontraram a numeração da documentação apresentada pelo zagueiro do Fluminense, que, de acordo com o clube, havia sido liberado do treino desta segunda para resolver problemas de ordem pessoal.

Digão foi pego em Blitz
Flagrado com documentação falsa, Digão foi encaminhado para a 62ª DP, em Imbariê, e autuado. De acordo com informações da ‘Rádio Tupi’, o zagueiro passou a noite detido e seus advogados conseguiram um habeas corpus para ser liberá-lo no fim da tarde desta terça-feira.
O meia-atacante Leandro, do Grêmio, foi preso e indiciado este no início do ano pelo mesmo crime. A pena para a utilização de documentos falsos varia de dois a seis anos de prisão, além de multa.
Digão foi pego em Blitz
Flagrado com documentação falsa, Digão foi encaminhado para a 62ª DP, em Imbariê, e autuado. De acordo com informações da ‘Rádio Tupi’, o zagueiro passou a noite detido e seus advogados conseguiram um habeas corpus para ser liberá-lo no fim da tarde desta terça-feira.
O meia-atacante Leandro, do Grêmio, foi preso e indiciado este no início do ano pelo mesmo crime. A pena para a utilização de documentos falsos varia de dois a seis anos de prisão, além de multa.

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