O técnico Gilson Kleina não poderá contar com o pilar da zaga, Henrique, com os dois volantes que ajudaram a arrumar o meio-campo palmeirense, Wesley e João Denoni, e com o atacante que é considerado homem de confiança desde os tempos de Luiz Felipe Scolari: Luan. O meia Patrick Vieira, outro titular, ainda é dúvida, já que machucou o tornozelo esquerdo na derrota por 3 a 2 para o Fluminense.
Não é a primeira vez que o Palmeiras sofre com esse problema na temporada. Os desfalques por lesão foram constantes na era Luiz Felipe Scolari, que em um jogo chegou a ter só três jogadores de linha no banco de reservas – contra o Botafogo, pela Copa Sul-Americana. As lesões musculares eram fruto do excesso de partidas, algo que voltou a ocorrer recentemente.
Só com a eliminação da competição internacional é que a folga entre as partidas aumentou.
Gilson Kleina credita as novas lesões ao excesso de vontade dos jogadores em campo. A tensão envolvida muito grande.
Tivemos lances normais em que houve descarga emocional, aí o jogador acaba lesionando. Tudo isso influencia durante uma partida – disse o técnico.
O presidente Arnaldo Tirone preferiu culpar a falta de sorte pelos desfalques em série. O sentimento dele é de que algumas coisas só têm ocorrido com o Palmeiras.
Os jogadores deles nunca se machucam, só os nossos. É impressionante. Então, é um fator que influencia demais. Sem um Henrique, um Denoni, um Wesley, fica mais difícil. Mas vamos acreditar até o fim – declarou o presidente.
Wesley, com uma lesão muscular na coxa esquerda, e João Denoni, com uma luxação no ombro direito, ficam afastados por pelo menos duas semanas. Já Henrique, com um trauma na região da costela, deve voltar a treinar nos próximos dias, mas não a tempo de enfrentar o Flamengo.

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