Paulo Pelaipe chega nesta terça-feira ao Rio, “de mala e cuia”, como ele mesmo disse, apesar de não ser muito de tomar chimarrão. Anunciado como novo diretor executivo do Flamengo, o gaúcho é peça-chave no plano da nova diretoria de trazer Mano Menezes. Ele, no entanto, vai primeiro conversar com Dorival Júnior e garante que, embora tenha sido o primeiro a dar oportunidade em clube grande ao ex-técnico da Seleção, ainda não tratou do assunto com os dirigentes rubro-negros. Mas o nome do treinador estará na mesa, em reunião que se tornará semanal, segunda-feira, das 19h às 22h30, na Gávea.
Desde 2011 como executivo do Grêmio, Pelaipe deixa o Tricolor Gaúcho classificado para a Libertadores e de estádio novo, movido pelo desafio de organizar o maior clube do Brasil. Ele evita falar sobre projetos para não quebrar a hierarquia e o silêncio da nova diretoria. Serão dois anos de contrato e uma missão: ganhar títulos. Ele será apresentado nesta terça, às 14h, na Gávea.

Paulo Pelaipe chega ao Rio nesta terça-feira e quer resolver tudo 'olho no olho'
Ele garante que o assunto Mano Menezes não fez parte das negociações para a sua vinda, mas ressalta ter sido ele que deu a primeira oportunidade ao ex-técnico da Seleção num time grande. Serão dois anos de contrato, com muito trabalho pela frente.
Formação
"Sou administrador de empresas, mas trabalhei a vida toda na área de seguros. Em 1977, comecei a trabalhar com futebol de salão, na Sociedade Gondoleiros, um clube social. Fiquei lá até 1979. O Grêmio não tinha futebol de salão, e nós fomos campeões da cidade e do estado. Em dezembro de 1979, fui chamado pelo Grêmio para trabalhar também no salão. Formamos um time em 1980 e, no ano seguinte, fomos campeões da cidade e do estado. Então, comecei minha atividade nas categorias de base. De 2000 a 2002, fui diretor de futebol do Grêmio, e ganhamos a Copa do Brasil. Em 2005, o Paulo Odone (presidente do Grêmio) me chamou para assumir o futebol, com o Grêmio na Série B. Fiquei até 2007. Em dezembro, pedi demissão e montei uma empresa de consultoria esportiva. No final de 2008, fui para o Fortaleza, onde fiquei até maio. Conquistamos o tricampeonato estadual, mas eu estava muito longe da família. Surgiu a oportunidade de ir para São Paulo fazer consultoria para clubes do Sudeste. Eu olhava jogadores e indicava para os clubes. Em agosto de 2011, assumi como executivo do Grêmio, onde fiquei até sábado, quando recebi essa honraria, porque para mim é uma honra trabalhar no Flamengo".
Origem e família
"Sou de Porto Alegre e nasci em 14 de fevereiro de 1951. Foram 61 anos bem vividos e bem aproveitados. Tenho dois filhos. O mais velho, Paulo Pelaipe Júnior, de 26 anos, acabou de se formar e voltar da Austrália. O mais novo, Rodrigo, de 20, vou mandar agora para o exterior para estudar também, em Boston".
Zinho e Dorival
"Ainda não falei com ninguém. Serei apresentado amanhã (terça-feira) e vou ficar direto no Rio. O trabalho começa assim que eu chegar. Vou conversar tudo pessoalmente, olho no olho".

Dorival e Zinho acompanharam o treinamento à beira do gramado
Por que trocar o Grêmio pelo Fla
"A vida é movida a desafios. Esse será um grande desafio. A conversa que eu tive com os dirigentes que vão comandar o clube foi muito boa. Eles têm grandes projetos, e eu fiz questão de ir para o Flamengo. Eu tinha outras sondagens, mas preferi o Flamengo. Tenho bons amigos no Rio. Conheço o Roger (Flores), Zinho, Kleber Leite e o Rodrigo Caetano, com quem já trabalhei no Grêmio. Além disso, o Rio é uma cidade cosmopolita e tenho certeza de que serei bem recebido".
Projetos
"Fiz questão de ir para o Flamengo por causa dos projetos, mas não posso falar sobre eles. Não abro mão do respeito à hierarquia e nem da disciplina. O clube terá um vice de futebol, tem o presidente... Sempre deixarei para comentar qualquer coisa depois de falar com os dirigentes. Pretendo morar entre o Recreio e a Barra, pois assim estarei próximo ao Ninho do Urubu, evitando engarrafamentos. A cidade está evoluindo e terá pela frente a Copa do Mundo e uma Olimpíada".
Mano Menezes
"Fui eu que dei a primeira oportunidade para o Mano num time grande, mas esse assunto não foi tratado comigo".
Estilo e relacionamento
"Nunca vai aconter de dizer que não quero um jogador e no dia seguinte ele aparecer no clube. Respeito quem tem suas fontes e a informação. Sou um cara bom de lidar, amigo e me relaciono muito bem com os jornalistas. Sempre me dei bem também com todos os jogadores. Em 18 meses no Grêmio, não tive qualquer atrito, nenhum problema com profissional algum do clube. E também não tivemos qualquer episódio de indisciplina".
Quando chega
"Estou indo para o Rio amanhã (terça), como se diz no Sul, de mala e cuia. Mas eu não sou muito de chimarrão (risos)".
Desde 2011 como executivo do Grêmio, Pelaipe deixa o Tricolor Gaúcho classificado para a Libertadores e de estádio novo, movido pelo desafio de organizar o maior clube do Brasil. Ele evita falar sobre projetos para não quebrar a hierarquia e o silêncio da nova diretoria. Serão dois anos de contrato e uma missão: ganhar títulos. Ele será apresentado nesta terça, às 14h, na Gávea.
Paulo Pelaipe chega ao Rio nesta terça-feira e quer resolver tudo 'olho no olho'
Ele garante que o assunto Mano Menezes não fez parte das negociações para a sua vinda, mas ressalta ter sido ele que deu a primeira oportunidade ao ex-técnico da Seleção num time grande. Serão dois anos de contrato, com muito trabalho pela frente.
Formação
"Sou administrador de empresas, mas trabalhei a vida toda na área de seguros. Em 1977, comecei a trabalhar com futebol de salão, na Sociedade Gondoleiros, um clube social. Fiquei lá até 1979. O Grêmio não tinha futebol de salão, e nós fomos campeões da cidade e do estado. Em dezembro de 1979, fui chamado pelo Grêmio para trabalhar também no salão. Formamos um time em 1980 e, no ano seguinte, fomos campeões da cidade e do estado. Então, comecei minha atividade nas categorias de base. De 2000 a 2002, fui diretor de futebol do Grêmio, e ganhamos a Copa do Brasil. Em 2005, o Paulo Odone (presidente do Grêmio) me chamou para assumir o futebol, com o Grêmio na Série B. Fiquei até 2007. Em dezembro, pedi demissão e montei uma empresa de consultoria esportiva. No final de 2008, fui para o Fortaleza, onde fiquei até maio. Conquistamos o tricampeonato estadual, mas eu estava muito longe da família. Surgiu a oportunidade de ir para São Paulo fazer consultoria para clubes do Sudeste. Eu olhava jogadores e indicava para os clubes. Em agosto de 2011, assumi como executivo do Grêmio, onde fiquei até sábado, quando recebi essa honraria, porque para mim é uma honra trabalhar no Flamengo".
Origem e família
"Sou de Porto Alegre e nasci em 14 de fevereiro de 1951. Foram 61 anos bem vividos e bem aproveitados. Tenho dois filhos. O mais velho, Paulo Pelaipe Júnior, de 26 anos, acabou de se formar e voltar da Austrália. O mais novo, Rodrigo, de 20, vou mandar agora para o exterior para estudar também, em Boston".
Zinho e Dorival
"Ainda não falei com ninguém. Serei apresentado amanhã (terça-feira) e vou ficar direto no Rio. O trabalho começa assim que eu chegar. Vou conversar tudo pessoalmente, olho no olho".
Dorival e Zinho acompanharam o treinamento à beira do gramado
Por que trocar o Grêmio pelo Fla
"A vida é movida a desafios. Esse será um grande desafio. A conversa que eu tive com os dirigentes que vão comandar o clube foi muito boa. Eles têm grandes projetos, e eu fiz questão de ir para o Flamengo. Eu tinha outras sondagens, mas preferi o Flamengo. Tenho bons amigos no Rio. Conheço o Roger (Flores), Zinho, Kleber Leite e o Rodrigo Caetano, com quem já trabalhei no Grêmio. Além disso, o Rio é uma cidade cosmopolita e tenho certeza de que serei bem recebido".
Projetos
"Fiz questão de ir para o Flamengo por causa dos projetos, mas não posso falar sobre eles. Não abro mão do respeito à hierarquia e nem da disciplina. O clube terá um vice de futebol, tem o presidente... Sempre deixarei para comentar qualquer coisa depois de falar com os dirigentes. Pretendo morar entre o Recreio e a Barra, pois assim estarei próximo ao Ninho do Urubu, evitando engarrafamentos. A cidade está evoluindo e terá pela frente a Copa do Mundo e uma Olimpíada".
Mano Menezes
"Fui eu que dei a primeira oportunidade para o Mano num time grande, mas esse assunto não foi tratado comigo".
Estilo e relacionamento
"Nunca vai aconter de dizer que não quero um jogador e no dia seguinte ele aparecer no clube. Respeito quem tem suas fontes e a informação. Sou um cara bom de lidar, amigo e me relaciono muito bem com os jornalistas. Sempre me dei bem também com todos os jogadores. Em 18 meses no Grêmio, não tive qualquer atrito, nenhum problema com profissional algum do clube. E também não tivemos qualquer episódio de indisciplina".
Quando chega
"Estou indo para o Rio amanhã (terça), como se diz no Sul, de mala e cuia. Mas eu não sou muito de chimarrão (risos)".

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