Antes de a bola rolar, uma pequena parte do público presente (12.158) chamou a atenção no espaço destinado aos torcedores do Caracas. Nada a ver com futebol. Opositores ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, levaram cartazes pedindo a recontagem dos votos que elegeram o chavista por uma margem pequena. Porém, houve ameaça por parte de quem é a favor do mandatário atual. E os opositores deixaram o estádio. O público pagante foi de 10.224, com renda de R$ 223.070,00.
No domingo os comandados do técnico Abel Braga têm um compromisso pela última rodada da fase de grupos da Taça Rio, contra o Bangu, às 16h (de Brasília), em São Januário.
Faltou sorte, faltou tamanho
No domingo os comandados do técnico Abel Braga têm um compromisso pela última rodada da fase de grupos da Taça Rio, contra o Bangu, às 16h (de Brasília), em São Januário.
Faltou sorte, faltou tamanho
A torcida afagou seu lateral-esquerdo com cantos de “Força, Carlinhos” - na última semana, sua esposa perdeu o bebê. O incentivo parece ter mexido com o jogador. Era pelo lado esquerdo as investidas preferenciais. René Flores dava espaço. Mas também não recebia muito auxílio dos seus companheiros de meio de campo, que deixavam os passes de Wagner e Rafael Sobis chegarem com a mesma facilidade com que o time do Caracas entregava a bola para os tricolores em um esforço tremendo para levar o gol.
Em um dos lances de Carlinhos, faltou a Wellington Nem mais alguns centímetros, pois o 1,65m de altura não ajudaram na finalização de cabeça na pequena área. Direto para fora. A Rhayner faltou foi aquela sorte que teve ao tentar cruzar e mandar para o fundo da rede contra o Resende, auxiliado por um toque do goleiro Mauro. Um chute bonito, colocado, parou no travessão.
O Caracas chegou a dar sustos em lances de bola parada. Mas os sustos maiores foi o goleiro Renny Veja que deu. Sempre atabalhoado para cortar cruzamentos, desguarneceu por vezes a baliza. No entanto, fez o milagre quando solicitado. Saiu mal, como de costume, mas voltou a tempo de evitar o que parecia já estar decretado. Leandro Euzébio só poderia lamentar a defesa.
Ah, Gum! Valeu, Sobis!
Na volta do intervalo Wellington Nem mudou para o lado direito do ataque para explorar o cansaço do lateral-esquerdo brasileiro Amaral. Uma estratégia para confundir e surpreender o adversário. Confuso ficou mesmo Gum. O zagueiro vacilou na saída de jogo e entregou o doce para Peña. O meia finalizou bem, mas a bola foi para fora.
O Fluminense parecia não ter entrado em campo ainda. Ninguém acreditava muito no cruzamento/chute de Cure. A bola explodiu na trave de Diego Cavalieri, pipocou no meio da área, até a defesa tricolor afastar, aos sete minutos. Aos oito, João de Deus entrou em ação para aliviar o sofrimento. Carlinhos cruzou, Rhayner dividiu, e a sobra, na medida, caiu nos pés de Rafael Sobis. Foi parar nas redes. Preciso, anestésico. A torcida inflou os pulmões. Gritos de alegria soltos.
Entre um ataque e outro, os comandados de Abel ajudavam a aumentar os batimentos dos torcedores. Cabezas cruzou todo torto, parecia mandar na lua, mas a bola caiu no travessão. Depois, Cure recebeu na área e bateu no catinho. Diego Cavalieri salvou. Felipe ainda entrou no lugar de Wagner para cadenciar a partida. Jean quase ampliou. Houve um bate-rebate na área, mais uma chance para marcar, mas a classificação estava garantida com o 1 a 0. Fim de papo, e os jogadores, que durante o jogo perguntavam quem seria o adversário, têm a resposta: Emelec.
Em um dos lances de Carlinhos, faltou a Wellington Nem mais alguns centímetros, pois o 1,65m de altura não ajudaram na finalização de cabeça na pequena área. Direto para fora. A Rhayner faltou foi aquela sorte que teve ao tentar cruzar e mandar para o fundo da rede contra o Resende, auxiliado por um toque do goleiro Mauro. Um chute bonito, colocado, parou no travessão.
O Caracas chegou a dar sustos em lances de bola parada. Mas os sustos maiores foi o goleiro Renny Veja que deu. Sempre atabalhoado para cortar cruzamentos, desguarneceu por vezes a baliza. No entanto, fez o milagre quando solicitado. Saiu mal, como de costume, mas voltou a tempo de evitar o que parecia já estar decretado. Leandro Euzébio só poderia lamentar a defesa.
Ah, Gum! Valeu, Sobis!
Na volta do intervalo Wellington Nem mudou para o lado direito do ataque para explorar o cansaço do lateral-esquerdo brasileiro Amaral. Uma estratégia para confundir e surpreender o adversário. Confuso ficou mesmo Gum. O zagueiro vacilou na saída de jogo e entregou o doce para Peña. O meia finalizou bem, mas a bola foi para fora.
O Fluminense parecia não ter entrado em campo ainda. Ninguém acreditava muito no cruzamento/chute de Cure. A bola explodiu na trave de Diego Cavalieri, pipocou no meio da área, até a defesa tricolor afastar, aos sete minutos. Aos oito, João de Deus entrou em ação para aliviar o sofrimento. Carlinhos cruzou, Rhayner dividiu, e a sobra, na medida, caiu nos pés de Rafael Sobis. Foi parar nas redes. Preciso, anestésico. A torcida inflou os pulmões. Gritos de alegria soltos.
Entre um ataque e outro, os comandados de Abel ajudavam a aumentar os batimentos dos torcedores. Cabezas cruzou todo torto, parecia mandar na lua, mas a bola caiu no travessão. Depois, Cure recebeu na área e bateu no catinho. Diego Cavalieri salvou. Felipe ainda entrou no lugar de Wagner para cadenciar a partida. Jean quase ampliou. Houve um bate-rebate na área, mais uma chance para marcar, mas a classificação estava garantida com o 1 a 0. Fim de papo, e os jogadores, que durante o jogo perguntavam quem seria o adversário, têm a resposta: Emelec.

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