Foi um veradeiro massacre. O Atlético-MG não deu a menor chance para que a zebra pudesse entre em campo, neste domingo, no Independência, na partida de volta das semifinais do Campeonato Mineiro, diante do Tombense. Como havia vencido o primeiro jogo, em Tombos, por 2 a 0, o Galo poderia até mesmo perder por dois gols de diferença, que, mesmo assim, por causa da melhor campanha na fase de classificação, estaria na grande final. Porém, aos 12 minutos, o time alvinegro já vencia por 2 a 0 e decretava a passagem à decisão. Ao fim da partida, 5 a 1 para o time da capital, gols de Luan, Gilberto Silva, Leonardo Silva, Josué e Guilherme, de pênalti. Júnior Negão, também em cobrança de penalidade máxima, descontou para o Tombense. Com o gol, o atacante chegou ao oitavo na competição e assumiu a artilharia isolada.
Gilberto Silva faz o primeiro gol desde que voltou ao Galo
Cuca preferiu colocar em campo praticamente a equipe considerada titular, mesmo com a situação no torneio quase totalmente definida. Apenas Réver e Leandro Donizete, suspensos pelo terceiro cartão amarelo, e Ronaldinho Gaúcho, poupado, ficaram fora do time. Assim, o Tombense, que buscava um verdadeiro milagre, não criou um mínimo de dificuldade para o adversário.
Se no campo, a situação foi tranquila, a preocupação do dia ficou por conta de Bernard. Na metade da etapa inicial, o meia voltou a sentir o ombro esquerdo, problema que o tirou de combate por quase um mês. Ele foi substituído por Guilherme, que entrou e, a partir daí, foi o personagem da partida. Vaiado pela maioria dos torcedores, inconformados pelas declarações do empresário do jogador, de que ele deveria sair do clube, foi alvo de xingamentos e insultos. Mesmo assim, jogou bem e foi responsável por uma belíssima assistência para o gol de Josué, além de marcar um de pênalti.
Com o resultado, o Atlético-MG aguarda o adversário da outra semifinal, entre Cruzeiro e Villa Nova, que se enfrentarão na próxima quarta-feira, às 20h30m (de Brasília), no Mineirão. Como a Raposa venceu o primeiro confronto por 4 a 0, em Nova Lima, a tendência é que o maior clássico do estado decida a competição. Antes, porém, o Galo terá o confronto com o São Paulo, também nesta quarta, mas às 21h50m. A partida será realizada no Independência, e o Atlético-MG, por ter vencido, no Morumbi, por 2 a 1, pode até mesmo perder por 1 a 0, que estará nas quartas de final da Taça Libertadores. Já ao Tombense, eliminado, resta torcer por uma vitória do Cruzeiro diante do Villa, para se tornar campeão Mineiro do Interior, em sua primeira participação na elite do futebol estadual.
Só o Galo jogou
Apesar de entrar em campo sem três peças importantes, Réver e Leandro Donizete suspensos, e Ronaldinho, poupado, o Atlético-MG começou em ritmo forte. Com muita tranquilidade e consciência, o time tocou a bola por quase dois minutos seguidos, até que Marcos Rocha deu lindo passe para Luan, que, na velocidade, tocou de carrinho para abrir o placar diante do Tombense.
Atordoada, a equipe da Zona da Mata sequer teve tempo para se recuperar do golpe, já que, dez minutos depois, levou o segundo. Mais uma vez, o passe foi de Marcos Rocha, que, pela esquerda do ataque, cruzou na medida para Gilberto Silva cabecear para as redes. Foi o primeiro gol do jogador em sua volta ao Atlético-MG. No lance, o goleiro Marcelo Carné saiu errado, e o camisa 4 aproveitou.
Com o 2 a 0 no placar, o Galo só ficaria fora da final se levasse cinco gols. O time continuou em ritmo forte, mas, aos 26 minutos, veio a preocupação. Em uma disputa pela direita, Bernard levou um tranco e voltou a sentir o problema no ombro direito, o mesmo que o tirou dos gramados por cerca de um mês. O camisa 11 recebeu atendimento médico, mas, dois minutos depois, deixou o jogo para a entrada de Guilherme.
A substituição, além de preocupar, deixou a torcida atleticana dividida, já que, na última semana, o jogador se meteu em polêmica ao corroborar as palavras de seu empresário, que mostrou insatisfação com a condição de reserva de seu cliente. Enquanto uns vaiavam a cada toque na bola de Guilherme, outros buscavam aplaudir o jogador.
Passado o momento de tensão com Guilherme, o torcedor atleticano voltou a fazer o mesmo coro, desta vez gritando o nome de Leonardo Silva. O zagueirão fez o terceiro do Galo, de cabeça, após cobrança de falta de Diego Tardelli, aos 41 minutos. Foi o ato final de um primeiro tempo em que apenas uma equipe entrou em campo.
Para virar goleada
Com 3 a 0 no placar, o Atlético-MG voltou cadenciando mais o jogo na etapa final. Diego Tardelli, por exemplo, deixou o gramado para a entrada de Rosinei. Mesmo com o time mais lento, não demorou para o quarto gol acontecer. Logo aos 11, após boa troca de passes próximo a área, Guilherme deu lindo toque para Josué, que, nas costas da defesa, entrou livre e tocou por baixo de Marcelo Carné. Goleada no Independência.
Marcelo Cabo, ciente da situação totalmente adversa, resolveu mexer no time. Entraram Ari e Alex, nos lugares de Beto e Betinho, respectivamente. E foi justamente o segundo que propiciou ao Gavião Carcará marcar seu primeiro gol nas semifinais. Em lance com Leonardo Silva, ele caiu na área, e o árbitro marcou a penalidade. Júnior Negão foi para a cobrança e marcou seu oitavo gol na temporada, aos 24 minutos. Ele assumiu a artilharia isolada da competição, deixando Borges, do Cruzeiro, com sete, para trás.
E se teve um pênalti para o Tombense, o Galo descontou na mesma moeda. Em blitz na área do rival, a bola sobrou limpa para Alecsandro, que havia entrado no lugar de Jô. Ele bateu, mas a bola explodiu no braço de Léo. Mostrando que a torcida a favor era maior que a contra, o nome de Guilherme foi gritado, e ele partiu para a cobrança: 5 a 1 para o Galo, aos 30 minutos.
A partir daí, os dois times ainda tentaram alguns ataques, sobretudo o alvinegro, mas o palcar de 5 a 1 permaneceu consolidado. Mais uma final de Campeonato Mineiro para o Atlético-MG, que vai tentar o bicampeonato a partir do próximo domingo.
Cuca preferiu colocar em campo praticamente a equipe considerada titular, mesmo com a situação no torneio quase totalmente definida. Apenas Réver e Leandro Donizete, suspensos pelo terceiro cartão amarelo, e Ronaldinho Gaúcho, poupado, ficaram fora do time. Assim, o Tombense, que buscava um verdadeiro milagre, não criou um mínimo de dificuldade para o adversário.
Se no campo, a situação foi tranquila, a preocupação do dia ficou por conta de Bernard. Na metade da etapa inicial, o meia voltou a sentir o ombro esquerdo, problema que o tirou de combate por quase um mês. Ele foi substituído por Guilherme, que entrou e, a partir daí, foi o personagem da partida. Vaiado pela maioria dos torcedores, inconformados pelas declarações do empresário do jogador, de que ele deveria sair do clube, foi alvo de xingamentos e insultos. Mesmo assim, jogou bem e foi responsável por uma belíssima assistência para o gol de Josué, além de marcar um de pênalti.
Com o resultado, o Atlético-MG aguarda o adversário da outra semifinal, entre Cruzeiro e Villa Nova, que se enfrentarão na próxima quarta-feira, às 20h30m (de Brasília), no Mineirão. Como a Raposa venceu o primeiro confronto por 4 a 0, em Nova Lima, a tendência é que o maior clássico do estado decida a competição. Antes, porém, o Galo terá o confronto com o São Paulo, também nesta quarta, mas às 21h50m. A partida será realizada no Independência, e o Atlético-MG, por ter vencido, no Morumbi, por 2 a 1, pode até mesmo perder por 1 a 0, que estará nas quartas de final da Taça Libertadores. Já ao Tombense, eliminado, resta torcer por uma vitória do Cruzeiro diante do Villa, para se tornar campeão Mineiro do Interior, em sua primeira participação na elite do futebol estadual.
Só o Galo jogou
Apesar de entrar em campo sem três peças importantes, Réver e Leandro Donizete suspensos, e Ronaldinho, poupado, o Atlético-MG começou em ritmo forte. Com muita tranquilidade e consciência, o time tocou a bola por quase dois minutos seguidos, até que Marcos Rocha deu lindo passe para Luan, que, na velocidade, tocou de carrinho para abrir o placar diante do Tombense.
Atordoada, a equipe da Zona da Mata sequer teve tempo para se recuperar do golpe, já que, dez minutos depois, levou o segundo. Mais uma vez, o passe foi de Marcos Rocha, que, pela esquerda do ataque, cruzou na medida para Gilberto Silva cabecear para as redes. Foi o primeiro gol do jogador em sua volta ao Atlético-MG. No lance, o goleiro Marcelo Carné saiu errado, e o camisa 4 aproveitou.
Com o 2 a 0 no placar, o Galo só ficaria fora da final se levasse cinco gols. O time continuou em ritmo forte, mas, aos 26 minutos, veio a preocupação. Em uma disputa pela direita, Bernard levou um tranco e voltou a sentir o problema no ombro direito, o mesmo que o tirou dos gramados por cerca de um mês. O camisa 11 recebeu atendimento médico, mas, dois minutos depois, deixou o jogo para a entrada de Guilherme.
A substituição, além de preocupar, deixou a torcida atleticana dividida, já que, na última semana, o jogador se meteu em polêmica ao corroborar as palavras de seu empresário, que mostrou insatisfação com a condição de reserva de seu cliente. Enquanto uns vaiavam a cada toque na bola de Guilherme, outros buscavam aplaudir o jogador.
Passado o momento de tensão com Guilherme, o torcedor atleticano voltou a fazer o mesmo coro, desta vez gritando o nome de Leonardo Silva. O zagueirão fez o terceiro do Galo, de cabeça, após cobrança de falta de Diego Tardelli, aos 41 minutos. Foi o ato final de um primeiro tempo em que apenas uma equipe entrou em campo.
Para virar goleada
Com 3 a 0 no placar, o Atlético-MG voltou cadenciando mais o jogo na etapa final. Diego Tardelli, por exemplo, deixou o gramado para a entrada de Rosinei. Mesmo com o time mais lento, não demorou para o quarto gol acontecer. Logo aos 11, após boa troca de passes próximo a área, Guilherme deu lindo toque para Josué, que, nas costas da defesa, entrou livre e tocou por baixo de Marcelo Carné. Goleada no Independência.
Marcelo Cabo, ciente da situação totalmente adversa, resolveu mexer no time. Entraram Ari e Alex, nos lugares de Beto e Betinho, respectivamente. E foi justamente o segundo que propiciou ao Gavião Carcará marcar seu primeiro gol nas semifinais. Em lance com Leonardo Silva, ele caiu na área, e o árbitro marcou a penalidade. Júnior Negão foi para a cobrança e marcou seu oitavo gol na temporada, aos 24 minutos. Ele assumiu a artilharia isolada da competição, deixando Borges, do Cruzeiro, com sete, para trás.
E se teve um pênalti para o Tombense, o Galo descontou na mesma moeda. Em blitz na área do rival, a bola sobrou limpa para Alecsandro, que havia entrado no lugar de Jô. Ele bateu, mas a bola explodiu no braço de Léo. Mostrando que a torcida a favor era maior que a contra, o nome de Guilherme foi gritado, e ele partiu para a cobrança: 5 a 1 para o Galo, aos 30 minutos.
A partir daí, os dois times ainda tentaram alguns ataques, sobretudo o alvinegro, mas o palcar de 5 a 1 permaneceu consolidado. Mais uma final de Campeonato Mineiro para o Atlético-MG, que vai tentar o bicampeonato a partir do próximo domingo.

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