Vanderlei Luxemburgo reuniu o grupo no vestiário e fez questão de parabenizar pela dedicação de seus comandados após a vitória sobre o Bahia, no sábado (veja no vídeo ao lado). Os jogadores parecem assimilar o recado a cada dia. Depois de duas boas atuações (contra Atlético-MG e Bahia), uma coisa é certa: faltava garra e mais vontade para buscar os resultados.
Estava faltando (mais garra). Isso nós não podemos esconder. Não podemos ser hipócritas de falar que estava tudo legal, que estava com garra, porque não estava. O espírito do Fluminense sempre foi esse de agora, não o de dois jogos atrás. Nosso time sempre foi movido pela garra. Se a qualidade técnica não estava boa, a gente ia na garra. Quando teve esse espírito deu certo e foi campeão (brasileiro em 2012). Tem que repetir isso - disse o zagueiro Anderson.
A fórmula das últimas partidas precisará ser repetida na próxima quarta-feira, 19h30m (horário de Brasília), no Durival de Britto. O adversário é o Atlético-PR, quarto colocado. E se não for com garra...
Encontramos uma identidade, uma característica desse grupo, que é se dedicar e correr dentro de campo. Futebol hoje é assim. Nenhuma equipe vence só com qualidade. Se não aliar muita disposição em campo não chega a objetivo nenhum. O importante é que conseguimos esse espírito. É continuar com a luta e somando pontos - pediu o goleiro Diego Cavalieri.
Atualmente em 14º na tabela do Campeonato Brasileiro, com 22 pontos, o Fluminense convive rotineiramente com a sombra da zona de rebaixamento. A três pontos da Portuguesa, primeiro time do Z-4, já há o ressurgimento da palavra guerreiros, muito utilizada na campanha de 2009 após a luta contra a degola.
A partir do jogo do Atlético-MG mostramos raça e pegada. Falávamos no vestiário que o espírito de guerreiros tinha voltado, mas faltava a vitória - contou Samuel.

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