A Beija-Flor está de luto. Morreu, na madrugada desta quinta-feira, aos 59 anos, Zeza Mendonça, destaque de luxo da agremiação de Nilópolis e uma das mais antigas e tradicionais do Carnaval do Rio. A veterana, que era produtora de eventos, sofreu um AVC enquanto cozinhava em casa na última terça-feira, foi socorrida para a UPA de Copacabana, mas não resistiu. O corpo será cremado nesta sexta-feira, no Cemitério do Caju, na Zona Portuária.
Moradora de Ipanema, Zeza tinha apenas 1,64m de altura, mas se tornava em uma gigante quando vestia suas fantasias. Integrante do time de ouro da Beija-Flor desde 1976, quando virou destaque pelas mãos de Joãosinho Trinta, era conhecida pela elegância e requinte nos figurinos. Fora dos desfiles, ganhava dinheiro expondo fantasias para turistas em hotéis e feiras da cidade.
Em entrevista a Vip em 2009, a sambista contou que se sentia realizada toda vez que passava pelo Setor 1, na Marquês de Sapucaí. "A fantasia dá uma imponência incrível. Fico me sentindo uma deusa", revelou, na época.
Para Selminha Sorriso, porta-bandeira da Beija-Flor e amiga de Zeza, o Carnaval perde uma figura importante. "A Zeza era muito querida, uma mulher muito forte e muito elegante. Uma vez fizemos uma viagem incrível ao Líbano, em 1997. Compramos lenços e lembro dela dançando, linda. Tinha muito amor pela Beija-Flor e não se importava onde iria desfilar no carro alegórico. Vai fazer muita falta", lamentou.
Zeza amava a Beija-Flor, escola onde começou a desfilar ainda na década de 70Foto: Arquivo Pessoal
Moradora de Ipanema, Zeza tinha apenas 1,64m de altura, mas se tornava em uma gigante quando vestia suas fantasias. Integrante do time de ouro da Beija-Flor desde 1976, quando virou destaque pelas mãos de Joãosinho Trinta, era conhecida pela elegância e requinte nos figurinos. Fora dos desfiles, ganhava dinheiro expondo fantasias para turistas em hotéis e feiras da cidade.
Em entrevista a Vip em 2009, a sambista contou que se sentia realizada toda vez que passava pelo Setor 1, na Marquês de Sapucaí. "A fantasia dá uma imponência incrível. Fico me sentindo uma deusa", revelou, na época.
Para Selminha Sorriso, porta-bandeira da Beija-Flor e amiga de Zeza, o Carnaval perde uma figura importante. "A Zeza era muito querida, uma mulher muito forte e muito elegante. Uma vez fizemos uma viagem incrível ao Líbano, em 1997. Compramos lenços e lembro dela dançando, linda. Tinha muito amor pela Beija-Flor e não se importava onde iria desfilar no carro alegórico. Vai fazer muita falta", lamentou.
Zeza amava a Beija-Flor, escola onde começou a desfilar ainda na década de 70Foto: Arquivo Pessoal

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